O Estudo dos Adesivos 2025, promovido pela Associação Portuguesa dos Fabricantes de Argamassas de Construção e ETICS (APFAC), confirma uma evolução muito significativa no desempenho técnico dos adesivos cimentícios em Portugal, alcançando os melhores resultados de sempre e reforçando a aposta do setor na conformidade normativa e na segurança.
Os resultados do Estudo dos Adesivos 2025, da Associação Portuguesa dos Fabricantes de Argamassas de Construção e ETICS (APFAC), volta a sublinhar a evolução positiva da qualidade dos adesivos cimentícios disponíveis no mercado nacional. De acordo com a associação, os dados agora conhecidos confirmam “os melhores resultados de sempre”, com melhorias muito significativas no desempenho técnico de vários produtos.
Desenvolvido ao longo de vários anos, o Estudo de Adesivos Cimentícios é uma das iniciativas centrais da APFAC no seu compromisso com a qualidade e a segurança dos materiais de construção em Portugal. O trabalho é coordenado e executado pela Associação para a Certificação (CERTIF) e pelo Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV), entidades independentes e reconhecidas, responsáveis por avaliar o cumprimento das normas e o desempenho real dos produtos comercializados.
Segundo o Estudo APFAC 2025, os progressos são particularmente evidentes na característica de 'deformação transversal – S1', considerada essencial para garantir a aderência, a durabilidade e a segurança do sistema cerâmica-adesivo. Os resultados demonstram que “muitos fabricantes estão a investir seriamente na qualidade e na conformidade normativa”.
A associação sublinha que a missão do estudo é clara e assenta na avaliação “com isenção, rigor e transparência”. No final de cada edição, todos os fabricantes abrangidos recebem uma comunicação oficial e confidencial com os resultados detalhados dos produtos testados.
A comunicação, designada 'Carta do Estudo da APFAC', assume a forma de um relatório técnico e independente, que indica o grau de conformidade – ou a sua ausência – face aos requisitos normativos e legais aplicáveis. O documento constitui, segundo a associação, um instrumento essencial de transparência e de melhoria contínua do setor.
Apesar dos resultados globalmente positivos, o estudo evidencia que persistem algumas situações de não conformidade, consideradas um risco desnecessário para toda a cadeia de valor, desde o fabricante ao distribuidor e, em última instância, ao consumidor final. Em 2025, foram registados apenas dois casos negativos.
A APFAC garante que continuará a trabalhar “pela transparência, pela concorrência leal e pela segurança”, com o objetivo de promover um mercado mais seguro e mais justo para todos os intervenientes que constroem o futuro de Portugal.
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