Em dezembro de 2025, os custos de construção de habitação nova subiram 4,0% face ao mesmo mês do ano anterior, porém abaixo dos 4,9% registados em novembro. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), esta redução do ritmo de crescimento deveu-se sobretudo à desaceleração dos preços da mão de obra e dos materiais.
A componente laboral foi a que mais pesou na evolução global do índice, contribuindo com 3,6 pontos percentuais para a taxa de variação homóloga, enquanto os materiais representaram 0,4 pontos percentuais.
Entre os produtos com maior impacto positivo destacaram-se os vidros e espelhos, com uma subida próxima de 25%, e os artigos sanitários, que aumentaram cerca de 15% face ao período homólogo. Em sentido inverso, os betumes registaram uma descida de cerca de 20%, enquanto os materiais de revestimentos, isolamentos e impermeabilização recuaram aproximadamente 10%.
O índice relativo aos materiais apresentou uma média anual de 0,9%, depois de ter recuado 0,3% no ano anterior. Já a mão de obra cresceu, em média, 7,7% em 2025, abaixo dos 8,2% observados em 2024.
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