A Fundação Calouste Gulbenkian anunciou que estão abertas até 31 de março de 2026 as candidaturas ao Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva, no valor de 50 mil euros, destinado a distinguir projetos de excelência na conservação, recuperação, valorização ou divulgação do património português, móvel ou imóvel.
Em comunicado, a Gulbenkian explica que o prémio foi criado em 2005, em homenagem a Vasco Maria Eugénio de Almeida, conde de Vilalva, mecenas reconhecido pelo seu contributo para a preservação e valorização do património, especialmente no Alentejo. Após o falecimento da Condessa Maria Tereza de Vilalva em 2017, o prémio passou a associar também o seu nome, conforme indicado pela Gulbenkian.
Podem candidatar-se proprietários, promotores das intervenções ou equipas técnicas responsáveis, sendo aceites intervenções concluídas no ano anterior, no ano a que se reporta o prémio, ou em curso. As candidaturas devem ser enviadas em formato digital para premio.gulbenkian-vilalva@gulbenkian.pt, podendo incluir maquetes ou componentes visuais.
Serão valorizadas intervenções que preservem bens de inquestionável valor cultural, promovam a reutilização e inserção dos bens e sigam boas práticas técnicas. O júri considera ainda a criatividade cultural, o envolvimento de comunidades locais e o contributo para a sustentabilidade e transmissão de saberes intergeracionais.
A decisão final cabe ao conselho de administração da Fundação Calouste Gulbenkian, com base numa proposta do júri do prémio. O vencedor será comunicado por escrito e a entrega decorrerá numa cerimónia pública, em data e local a anunciar pela fundação.

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